Martina Topley-Bird, que ontem (e sábado) fez a primeira parte do concerto dos Massive Attack, no Campo Pequeno, e fez os vocais de alguns dos clássicos da banda, como “Teardrop”.

Ex-colaboradora de Tricky (outro senhor do trip-hop britânico), esta cantora tem uma voz… grande, grande, grande.

Ouçam-na aqui.

O que é a “economia da cultura”? Como pode esta ajudar ao desenvolvimento do sector? O que é a “cultura oficial” dos “profissionais da cultura” em Portugal? O que é a vida cultural da sociedade concreta? Haverá uma separação entre a cultura e os “cultos”?

A agência INOVA convidou o professor João César das Neves para reflectir sobre estas questões na conferência “Cultura: Factor de Desenvolvimento e Riqueza”, agendada para o dia 10 de Dezembro, entre as 18h00 e as 20h00, em Lisboa (local a designar).

A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia (faça-a aqui).

A comunicação afirmou-se como espaço essencial que determina tanto a criatividade como a inovação. As tecnologias de informação e do conhecimento definiram uma nova forma de comunicar transversal aos vários campos do saber. Como resultado, as artes, bem como as ciências, reconfiguraram-se integrando esta necessidade comunicativa na sua identidade criadora.

Integrada no projecto de reflexão “Metamorfoses da Criatividade”, organizado pelo Centro Nacional de Cultura e a Universidade Católica, a conferência “A Arte Comunicante” visa discutir as influências das tecnologias de informação nas artes e na criação em geral. O evento terá lugar na Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultural, às 18h00, é moderado por Rogério Santos e conta com a participação de António Pinto Ribeiro, João Salaviza e Maria Teresa Cruz.

A terceira e última conferência deste projecto é subordinada ao tema “A Natureza da Criatividade” e decorrerá no dia 14 de Janeiro de 2010, na Universidade Católica.

A Induscria – Plataforma para as Indústrias Criativas está presente na 9.ª edição da feira de arte contemporânea Arte Lisboa, patente ao público até 23 de Novembro, no Pavilhão 4 da FIL.

Criada há poucos meses (falei dela aqui), a Induscria pretende prestar serviços no âmbito da Cultura, do Conhecimento e da Inovação, através da criação de uma plataforma para agentes, equipamentos e eventos culturais autónomos e da activação de espaços, vocacionando-os para a criação de projectos e negócios criativos inovadores.

A Arte Lisboa reúne, nesta edição, 67 galerias nacionais e internacionais e promove um ciclo de três debates: “Residências artísticas: um ‘oásis’ para a criação?”, moderado por Sílvia Guerra (sexta-feira, 19h00, auditório do Pav. 4); “Museus, bienais, trienais… como contribuem para a notoriedade internacional e desenvolvimento cultural das cidades”, moderado por Lúcia Marques (sábado, 17h00, auditório do Pav. 4); por fim, “Rosalux”, moderado por Lígia Afonso (sábado, 19h00, auditório do Pav. 4).

Movies, TV programs, music, books and newspapers – nothing will ever be the same. Understanding the new rules of engagement will be essential for both success and survival. 

Futuretainment: Yesterday the World Changed, Now It´s Your Turn, editado pela Phaidon,  não é um livro sobre a tecnologia dos media, mas, sim, sobre como a revolução dos novos media afecta os nossos comportamentos, o que o torna muito mais interessante. Escrita por Mike Walsh, analista de tendências e conhecido comentador sobre media, a obra reúne 23 “insights”  transversais aos mundos da música, dos filmes, da televisão, da edição e dos videojogos. Inspirador.

 

Quem já passou pela febre da comida chinesa, nepalesa e japonesa (como eu) deverá render-se agora à cozinha tailandesa. O restaurante Sukhotai – Sabores do Sião, na Rua da Atalaia, 77, Bairro Alto (dois passos acima do Pap´ Açorda) é simples, minúsculo, sem grandes mordomias, mas muito, muito bom. Estive lá há duas semanas e já me apetece voltar. Recomendo como entrada os tod-man-pla e como pratos principais o kai-kra-tean-pik-thai e o gang-keaw-wan. Convém reservar mesa.

Foto: prato tradicional do Sião (camarão tigre).

A Monocle acredita nos pequenos negócios. Mudam a nossa vida, criam comunidades e permitem que os nossos pequenos sonhos se tornem grandes”

É, na minha opinião, uma das edições mais apelativas quer no grafismo quer nos conteúdos. A Monocle, a minha revista inglesa de eleição, traz em Novembro um guia para pequenas empresas, divulgando casos inspiradores de todo o mundo, como o de Mirko Borsche, designer gráfico alemão que aposta numa estrutura sem hierarquias e até cozinha para os seus colaboradores, e um guia das indústrias criativas do Reino Unido.

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Além dos encartes, há artigos de leitura repetida obrigatória: “The leaving is easy”, uma reportagem sobre a forma como Gothemburg (segunda cidade da Suécia) tem atraído investidores; “how to be a band in 2010”, que traça o perfil dos músicos de Rock que se tornaram os seus próprios CEOs; e, claro, o excelente – e inspirador – texto de Tyler Brûlé.

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Está no Vale Pisão, em Santo Tirso, e foi desenhada pelos Arquitectos Anónimos (Vasco Aragão e Maria João Veloso) para o cliente Nortegolfe.

Foi elogiada internacionalmente, nomeadamente na Mocoloco e na Plusmood, onde é possível ver mais fotografias do exterior e interior.

litografia

Um jornalista cultural – ou qualquer outro jornalista – tem de ler… MUITO. Não há teorias da tábua rasa que nos valham. Um jornalista, como qualquer outro criador, tem de ler, ouvir e ver muito, muito e muito. Ultimamente, tenho notado que algumas publicações culturais se retiram dos assuntos da actualidade e da reflexão como se o conteúdo criativo compensasse essa ausência. Não compensa. Como é que o público em geral vai entender que a cultura deve estar na pauta diária do seu quotidiano? Como é que o público vai entender que há diferenças substanciais entre publicações culturais pagas e os blogues culturais gratuitos? Que os segundos não substituem os primeiros, mas, sim, se complementam?

Por fim, não posso deixar de referir que há erros que devem ser mesmo evitados pelos jornalistas (e pelos seus editores). Ninguém domina completamente a língua, mas há alguns considerados “mortais” e, infelizmente, muito comuns ultimamente em algumas publicações. Deixo apenas alguns. Os restantes são facilmente identificados nos prontuários ortográficos, nas gramáticas ou no Livro de Estilo do Público, por exemplo.

 

  • Não há “alternativas”, mas, sim, “a alternativa” (só há “uma alternativa” a um determinado facto).
  • Não se “desfolha” uma revista, “folheia-se”.
  • A expressão “devem haver artistas” está errada. O verbo “haver” não se conjuga no plural, neste contexto, nem o seu auxiliar.
  • O político não “interviu”… “interveio”, tal como “eu intervim” e não “intervi”.
  • … E “concerteza” é “com certeza”, tal como “benvindo” é “bem-vindo”.

 

Fotografia: litografia de Vito Acconci, 1999.

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Como pensar a fotografia de forma diferente? “Reunindo na mesma plataforma on-line três conceitos-base – a de uma publicação mensal sobre fotografia, a de um espaço de formação contínua à distância orientado por profissionais e a de um portal associativo onde se divulgam projectos fotográficos individuais ou colectivos”, afirma Susana Paiva, coordenadora do The Portfolio Project, uma iniciativa pioneira em Portugal.

Fundado no princípio deste ano, o projecto tem, no entanto, um currículo excepcional, tendo realizado parcerias com diversas entidades para promover um discurso coerente sobre a fotografia. Actualmente, os contactos desenvolvidos com a associação cultural Casa da Esquina permitirão, já no próximo ano, a organização de oficinas de fotografia e exposições fotográficas, bem como a realização de residências artísticas para fotógrafos e editores fotográficos na cidade de Coimbra.

 As galerias dos fotógrafos que integram a plataforma estão disponíveis no site do projecto, em www.theportfolioproject.org.

O trabalho fotográfico de Susana Paiva assume um cariz documental, no qual o imaginário se cruza com a realidade, como se de uma narrativa ficcional se tratasse. Depois de 15 anos a colaborar com diversas publicações nacionais, foi agenciada pela prestigiada agência de fotógrafos austríaca, Anzenberger. Em Janeiro 2009, fundou o The Portfolio Project.

Fotografia: Susana Paiva, “Marrakech Color – A Tribute to Costa Manos”

apordocAcabam na próxima quinta-feira, dia 12, as inscrições para a Panorama – 4.ª Mostra do Documentário Português. Organizada pela Apordoc – Associação pelo Documentário e a EGEAC, a mostra, não-competitiva, constitui um espaço de observação e reflexão sobre o documentário feito em Portugal ou por portugueses. As inscrições estão abertas a filmes produzidos depois de Novembro de 2008. Consulte toda a informação aqui.

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Emanuel Ungaro no Estoril Film Festival

Emanuel Ungaro, um dois maiores criadores de moda do mundo, está hoje presente no Estoril Film Festival, no Centro de Congressos do Estoril. A sua intervenção,  prevista para as 21h00, é subordinada ao tema “Quem dita a moda: Os criadores ou as revistas de moda?”. O mote é dado por September Issue de R.J. Cutler, o polémico documentário que retrata a edição da Vogue de Setembro de 2007 pela editora Anna Wintour. Estreia em Portugal, hoje, às 19h30, no mesmo espaço.

 Aceda ao programa do Estoril Film Festival aqui.

premio_industrias_criativasAs inscrições para a segunda edição do Prémio Nacional de Indústrias Criativas decorrem até ao próximo dia 8 de Dezembro. A iniciativa promovida pela Unicer, em parceria com a Fundação de Serralves, tem por objectivo estimular, apoiar e acompanhar a concretização de modelos de negócio na área das indústrias criativas (artes visuais, design, publicidade, arquitectura, rádio, artes performativas, software, música, cinema, televisão, editorial, vídeo e  património) e potenciar a cooperação entre os sectores empresarial e criativo. O vencedor receberá um prémio pecuniário de 25.000 euros e a oportunidade de ver o seu projecto de negócio desenvolvido e concretizado.

 

Aceda a todas as informações no site do concurso, www.premioindustriascriativas.com.

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Garlardoado com o prémio “Popular Science Inventions of the Year” e exibido no MOMA (Museu de Arte Moderna de Nova Iorque), o filtro de ar Andrea utiliza plantas verdadeiras para purificar os ambientes. Criado pelo designer Mathieu Lehanneur com a colaboração de David Edwards (professor em Harvard), Andrea é um exemplo da intersecção perfeita entre design ecológico e tecnologia. Depois de um protótipo criado há dois anos, está agora para venda online.

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Organizado pelo Instituto da Filosofia de Linguagem, o colóquio “Nietzsche: Instinto e Linguagem” decorrerá nos próximos dias 09 e 10 de Novembro, no auditório 2 da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. A entrada é livre. O programa está disponível aqui.

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Foi com a publicação da sua tese sobre “As estruturas Elementares do Parentesco” (1949), que coloca o “parentesco” no centro da Antropologia, estudando o Homem na sua dimensão social, que o antropólogo francês Lévi-Strauss (falecido na madrugada de Sábado para Domingo) lançou as bases da antropologia moderna e do estruturalismo, método por ele usado para estudar o comportamento dos índios americanos, ao qual dedicou grande parte da sua vida. À eterna questão “Em que diferem as culturas?”, Lévi-Strauss respondeu que há uma estrutura, uma ordem que suporta as diferenças culturais.

Lévi-Strauss tinha também um lado muito pessimista, nomeadamente em relação à população excessiva do mundo, manifestando-o regularmente em público. Em 2005, com 97 anos, disse, ao receber o 17.º Prémio Internacional Catalunha: “O meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele – isso é algo que deveríamos ter presente”.

Artigos importantes para conhecer Lévi-Strauss

Foto: Éric Brochu (Paris, 1998)

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Arquitecto: António Sérgio Koch
Local: Porto, Portugal
Programa: Casa privativa
Área: 1,275 m2
Área de construção: 655 m2
Anos do projecto: 2006-2009
Fotografia: FG + SG – Fernando Guerra, Sérgio Guerra

Fonte: Archdaily

cofee_potA revista “Nós” (sai na edição de fim-de-semana do jornal “i”) desta semana é inteiramente dedicada ao ciúme, o que me fez recordar as diferenças entre cafés supostamente iguais, dado que a estava a ler no “meu” Coffee & Pot.

Os cafés, concordem ou não, tornaram-se inevitavelmente espaços culturais. São espaços de partilha, consumo, leitura e de desfile de variados comportamentos humanos. Com a expansão do franchising surgiram os chamados cafés de marca, supostamente iguais em todos os sítios. Contudo, por muito semelhantes que sejam na decoração, no conceito e na oferta, são as pessoas e o ambiente que os rodeiam os verdadeiros criadores da sua identidade.

Um exemplo: o meu Cofee & Pot (um franchising, lá está) do Largo Machado de Assis tem diariamente velhinhas lindas com trajes domingueiros, os putos que saem da escola e vão para lá estudar, as miúdas que fazem olhinhos aos rapazes que estão atender, as mães e os pais que vão lá buscá-los, e pessoas como eu, que gostam de estar na esplanada a observar tudo isto. É um misto de modernidade, familiaridade e bom atendimento. Já o Coffee & Pot de outras bandas (como o do Marquês de Pombal) é um espaço semi-escuro, com música de mau gosto e a abarrotar de miúdos insuportáveis.

É por isso que nunca confio nas reviews de restaurantes e cafés baseadas apenas nas suas marcas nacionais, ou seja, “opiniões” suportadas em press releases, sem contextualizar esses espaços nos ambientes em que se inserem. É que, neste caso, o meu Coffee & Pot é mesmo melhor do que o teu.

Nota: não tenho qualquer declaração de interesse.

A nova Direcção do jornal Público disseminou por e-mail o editorial publicado na edição de 1 de Novembro de 2010, como forma de marcar o seu novo (velho) posicionamento. Sublinhei abaixo as frases que merecerão reflexão futura, em particular sobre o papel dos editoriais nas publicações periódicas.

O PÚBLICO inicia hoje uma nova etapa da sua história. Quase 20 anos depois do primeiro dia, uma nova direcção, um novo começo. Um tempo mais difícil, também.

Há 20 anos, tivemos a ousadia de em Portugal seguir os paradigmas da grande imprensa europeia e conseguimos ser hoje uma referência sem paralelo na imprensa diária portuguesa.

Os ideais originais estão vivos – qualidade e rigor, distanciamento, independência e integridade. Olhamos para o jornalismo como parte nuclear da democracia e da liberdade e vamos exercê-las informando, questionando e investigando. Podemos escolher as palavras justas em nome da convicção com que as sustentamos – convicção num jornalismo forte, profundo e livre. Isso é fácil. A confiança no jornalismo, no entanto, já viveu melhores dias.

O fundador deste jornal, Vicente Jorge Silva, disse num texto recente que a credibilidade da imprensa de referência ficou seriamente afectada pelos incidentes que rodearam a última campanha para as legislativas. Um balanço duro, mas uma conclusão lúcida.

Não temos nada a acrescentar a uma polémica sobre a qual tudo está dito e da qual não ficaremos reféns. A razão de estarmos aqui hoje é anterior a tudo isso. Mas não escamoteamos o facto de ser nossa primeira obrigação repor essa credibilidade ameaçada, conscientes que estamos da percepção pública de um excesso de peso ideológico no jornal. Acreditamos num jornalismo culto e responsável, que desafia o sensacionalismo e as agendas informativas cada vez mais estreitas.

O leitor encontrará a partir de hoje pequenas diferenças através das quais queremos exprimir este novo começo. Não mudaremos a linha gráfica apenas para dizer que chegámos e somos diferentes – acreditamos mais na substância das coisas do que na forma; é pela substância que queremos afirmar-nos.

Os editoriais, a partir de hoje, deixarão de ser assinados. Os editoriais expressarão o pensamento desta direcção e deste jornal sobre o mundo que procuramos descrever, compreender e analisar página a página. Não queremos doutrinar nem vender receitas. Queremos interrogar o mundo. Daremos expressão a todos os pontos de vista, mas afirmaremos os nossos. Os editoriais serão escritos pelo novo Gabinete Editorial, composto pela direcção e mais cinco jornalistas do PÚBLICO – Teresa de Sousa, Jorge Almeida Fernandes, Margarida Santos Lopes, Ricardo Garcia e Vítor Costa. Há 20 anos, quando nascemos, foi decidido que os editoriais seriam assinados com base em duas ideias: seriam mais acutilantes e comprometeriam apenas o seu autor. Hoje sabemos que essa ideia original se tornou utópica e que um editorial compromete todo o jornal – é a cara do jornal – e não pode, por isso, ser veículo da opinião de uma só pessoa. Acreditamos, também, que é possível escrever editoriais incisivos, com pontos de vista corajosos e provocadores, que questionem e mobilizem a sociedade. Os novos editoriais do PÚBLICO, são, portanto, textos de opinião do jornal como instituição. A mesma filosofia será aplicada à secção Sobe e Desce.

Não serviremos governos, nem procuraremos certificados de bom comportamento. Prosseguiremos uma nova etapa do caminho, no respeito pelos valores que nos guiam desde o primeiro dia.

Queremos garantir a sustentabilidade do PÚBLICO como projecto de referência, desenvolver novas plataformas de intervenção editorial, trabalhar para elevar os padrões e sermos líderes no rigor, na reportagem, na análise, na crítica cultural e na opinião. Vamos estar obcecados com a isenção, a investigação, a profundidade e os temas de proximidade (e para isso vamos criar um caderno Cidades, que sairá aos domingos).

Não queremos inflacionar as expectativas, queremos corresponder aos leitores. Sabemos que o PÚBLICO é o jornal dos leitores exigentes, curiosos e atentos, das pessoas que pensam e que querem que o seu jornal seja um instrumento para pensar mais. Os nossos leitores – 250 mil por dia – são pessoas que sabem e que querem saber mais. São os melhores – e os mais severos – leitores.

 

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Portugal está representando pela primeira vez no Paris Photo com a galeria Pente 10. Considerado um dos mais importantes certames de fotografia do mundo, a edição 2009 decorre no Carrousel du Louvre, entre 19 e 22 de Novembro, tendo como pano de fundo a fotografia árabe e iraniana.

A galeria Pente 10 exibe neste evento o trabalho de 10 fotógrafos: Rita Barros, João Cutileiro, Flor Garduño, Aleksandr Glyadyelov, Inês Gonçalves, Paulo Nozolino, Victor Palla, Miguel Santos e Guillaume Zuili.

Fotografia: © Paulo Nozolino, Courtesia Galeria Pente 10

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