O poder “insidioso” dos bloggers

408280055_d6bf93564bRod Lurie escreveu um artigo interessante (embora muito “norte-americano”) sobre o poder “insidioso” dos bloggers/repórteres independentes (indie-bloggers), que deriva, em grande parte, da ausência de editores ou advogados que vetem as “estórias”.

 

Pergunto: este poder é mesmo “insidioso” (leia-se “traidor”, “pérfido” ou “dissimulado”)? Os bloggers não serão todos, em essência, “indie” (independentes)? Deveriam os “indie-bloggers” trabalhar com uma rede de segurança?

 

Apelo aos vossos comentários.

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4 thoughts on “O poder “insidioso” dos bloggers

  1. A emergência dos blogues foi uma completa revolução no acesso à informação e, sobretudo, na capacidade de difundir ideias.

    Deixou de ser obrigatório ter influência, dinheiro ou, de preferência, as duas coisas juntas.

    Isso foi bom? Foi, foi óptimo. Mas no meio de coisas fantásticas há, também, muito lixo. A força dos blogues (a sua enorme democraticidade) é, também, o grande problema dos blogues. É que quanto mais crescem mais «ruído» existe e menos capacidade existe de se separar o trigo do joio.

    São todos os bloggers ‘indie’? Não, isso é uma ideia errada. Muitos bloggers usam o meio para serem a voz dos partidos, dos clubes, de influências várias. Essa ideia de que este é um meio completamente descomprometido pode ser perigosa, porque ilusória.

    Dito isto, não tenho dúvidas em afirmar que a blogosfera foi a maior revolução no espaço público desde a massificação da Internet, no final dos anos 90.

    Um beijinho, parabéns pelo post.

  2. Os bloggers são apenas pessoas que actualizam um blogue. Desses apenas uma pequena percentagem terá interesse em produzir opinião própria relevante para mais do que o próprio. No entanto, por poucos que sejam, permitiram termos à nossa disposição vozes que falam por si. Mesmo que não concordemos com as opiniões, permitiram uma pluralidade nunca antes vista.