“Jornalismo em Liberdade” agora e no futuro

De modos diversos, Francisco Sena Santos, Joaquim Letria, Vicente Jorge Silva, Emídio Rangel, Henrique Cayatte e Maria Elisa modificaram a minha vida e a visão do país e do mundo de milhares de portugueses. Cada qual à sua medida e dimensão e também em tempos diferentes alteraram a forma de fazer informação em Portugal. Como eles outros haverá – e há – mas os que aqui aparecem, para citar o final de um conhecido poema de Brecht que nos fala dos que lutam pela mudança, “são os imprescindíveis”.
Talvez este livro seja, nessa perspectiva, uma forma modesta de agradecer e fixar o trabalho – controverso, contraditório, incompreendido, criticado, aplaudido – e as marcas profissionais que os percursos de cada um tiveram e assumiram.

Lançado no passado dia 24 de Novembro, na livraria Almedina do Saldanha, o livro “Jornalismo em Liberdade”, da autoria de João Figueira, professor de Comunicação da Universidade de Coimbra e ex-jornalista do Diário de Notícias, reúne entrevistas com seis personalidades que, na opinião do autor, influenciaram de forma decisiva a informação e a forma de fazer jornalismo no período pós-25 de Abril. A obra reflecte também sobre os desafios que o futuro irá impor aos media.

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