“A literatura não é feita de papel”

Disse Chris Meade na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura,  que teve lugar na Fundação Gulbenkian, dias 15 e 16 de Outubro. Isabel Coutinho descreve na revista Pública de ontem (recortem, por favor, as três páginas e arquivem-nas bem arquivadas ou digitalizem-nas bem digitalizadas, porque este senhor é uma referência) as principais ideias da comunicação do director do if:books (Institute for the Future of the Books), intitulada  “The amplified author and the creative reader”:

“Finalmente, aquilo de que falávamos, quase como uma metáfora, de que ler era uma actividade criativa em que estávamos empenhados, passou a ser uma realidade.”

 

“A primeira vez que se lê um livro num ecrã, como o de um iPad, percebemos intensamente que o livro não é um objecto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.”

 

“O momento do iPad parece-me muito mais importante do que a chegada dos e-readers que só permitem ler livros electrónicos num ecrã.”

 

Partilho do entusiasmo de Chris Meade em relação às potencialidades que o iPad reserva à poesia e à literatura em geral. Visitem os sites onde escreve regularmente:

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