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“Model for the 21st Century Newsroom – Redux”, de Paul Bradshaw

(2/10/2012) Em 2007, Paul Bradshaw publicou “A Model for the 21st Century Newsroom”, uma série de modelos que exploravam a melhor forma de organização das redacções no contexto digital e que foram adoptados por projectos de media em todo o mundo. O e-book lançado agora, “Model for the 21st Century Newsroom – Redux“, é uma revisita a esse modelo, actualizando-o à luz das mais recentes mudanças digitais e das próprias experiências desses projectos que o adoptaram.

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E-book “The Power of Open”: casos de sucesso de conteúdos abertos na Cultura

“O mundo experimentou uma explosão de acessibilidade. Desde artistas individuais disponibilizando suas criações para utilização por outros até governos solicitando que trabalhos com fundos públicos sejam disponibilizados para o público, tanto o espírito quanto a prática de compartilhamento vêm ganhando força e produzindo resultados”.

A Creative Commons acaba de lançar a versão em português (do Brasil) do e-book “The Power of Open”, que reúne histórias de criadores, desde a agência de notícias ProPublica ao produtor de filmes Vincent Moon, que utilizam o licenciamento da Creative Commons para partilhar a sua criatividade.

O livro acaba por ser também um bom portefólio de projectos originais na área das indústrias culturais e criativas, com conceitos e estratégias de divulgação interessantes, assentes no uso dos media digitais.

Aceda aqui

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Desta vez, compre um livro para si.

(21/05/2012) Na semana passada, estive no Porto no III ICMC e aproveitei um dos intervalos para comprar o livro de João Ricardo Pedro, “O teu rosto será o último“, que venceu o prémio Leya 2011. Entrei numa livraria de média dimensão, peguei no livro e dirigi-me ao balcão para pagar. O diálogo que se segue é o mais fidedigno possível…

“É para oferta?”, perguntou.

“Não”, respondi.

“Mas quer um talão de oferta?”, insistiu.

“Não, o livro é para mim…”, retorqui, já um pouco surpreendida.

“Uhm… Então é melhor guardar o talão caso queira trocar”, afirmou assertivamente.

“Mas eu não vou trocar o livro. É para mim… Porque é que me está a fazer tantas perguntas? É tão surpreendente alguém comprar um livro para si própria?” (Não foi bem isto que disse, não tão assertivamente, pelo menos.)

“Infelizmente, sim!”, respondeu.

 

Bom, tendência ou não, lembrei-me imediatamente de um headline para uma campanha de publicidade (não me importo que alguém lhe pegue): “Desta vez, compre um livro para si”. E, bem a propósito, o livro que comprei mereceu mesmo ser lido.

 

 

 

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Para ultrapassar o trauma de Saussure e Derrida

(23/02/2012) “This means this, this means that” é um livro para ajudar-nos a compreender definitivamente o campo obscuro e impenetrável… da Semiótica. Sean Hall, professor de Design e investigador de Semiótica na Universidade de Londres, explora 76 conceitos-chave desta disciplina, acompanhados de uma imagem emblemática e uma simples questão, cuja resposta se baseia na respectiva teoria por trás daquele signo.

Sem frustrações. “This Means This, This Means That: A User’s Guide to Semiotics” está à venda na Amazon.

Tese de doutoramento “A contextualização no ciberjornalismo” disponível para download

(17/01/2012) “O ciberjornalismo atual vive no duplo embaraço de não encontrar um modelo de negócio sólido que o viabilize e, simultaneamente, de ver parte do seu território invadido por novos atores, muitos dos quais desconhecedores e/ou desrespeitadores da função social e das normas éticas da atividade. São os próprios fundamentos do jornalismo que estão a ser postos em causa. E um desses fundamentos é a obrigação de colocar o facto em contexto, tarefa facilitada pelas potencialidades da Internet, mas nem sempre executada. Pretendeu-se com esta tese medir os níveis de contextualização presentes no ciberjornalismo e perceber o que determina os processos de contextualização ciberjornalística. Através da observação de cibermeios, de um inquérito a ciberjornalistas e de entrevistas a investigadores, concluiu-se que o ciberjornalismo está ainda longe de ser plenamente contextualizado e que a reduzida dimensão das redações online é o fator mais determinante nos processos de contextualização.”

A tese de doutoramento de Fernando Zamith, intitulada “A contextualização no ciberjornalismo” e defendida em 14 de Dezembro de 2011, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, está disponível no Repositório Aberto desta instituição.

Livros # Magazine Editing in Print and Online

(27/12/2011) A 3.ª edição do livro “Magazine Editing” tem uma actualização que o faz ser de compra obrigatória, mesmo para quem tem uma edição anterior (como é o meu caso): posiciona-o no contexto on-line. Paul Bradshaw foi o autor responsável por esta nova abordagem (embora o livro seja originalmente da autoria de John Morrish), focando-se na caracterização dos diversos tipos de magazines digitais, nos respectivos modelos de negócio, bem como nos novos recursos editoriais e humanos.

“Magazine Editing in Print and Online”, de John Morrish e Paul Bradshaw, está à venda na Amazon.co.uk ou na Amazon.com.

Livros # Cinema Português – Um País Imaginado

(5/12/2011) “Cinema Português – Um País Imaginado”, de Leonor Areal, faz uma abordagem diacrónica do cinema português da segunda metade do século XX, incidindo exaustivamente nos filmes das décadas de 50, 60 e 70, e estendendo alguns ramos pelos anos 80 e 90. A sessão de apresentação dos dois volumes realiza-se na próxima sexta-feira, dia 9 de Dezembro, às 18h00, na livraria Babel da Cinemateca Portuguesa.

Livro # Visual Complexity – Mapping Patterns of Information

(21/11/2011) Desde há algum tempo que a infografia me desperta a atenção, pela vertente funcional (a habilidade de visualizar informação) e artística (as melhores acabam por ser admiradas pela sua estética). Dos vários livros que já consultei sobre o assunto, este é um dos melhores.  Visual Complexity: Mapping Patterns of Information“, de Manuel Lima, reúne alguns dos mais interessantes exemplos de visualização de informação, com ilustrações magníficas, sem descurar o respectivo estado da arte e a integração desta disciplina nos desafios actuais das redes. O prefácio é de Lev Manovich.

O projecto que deu origem ao livro reúne, até ao momento, 772 trabalhos e pode ser admirado aqui.

Livros # A vida como um filme. Fama e celebridade no século XXI

Foi lançado na semana passada (03/11) o livro “A vida como um filme. Fama e celebridade no século XXI”, coordenado por Eduardo Cintra Torres e José Pedro Zúquete.  Rogério Santos resumiu no seu blogue a  apresentação do livro, que esteve a cargo de  Marcelo Rebelo de Sousa.

Editada pela Texto, a obra reúne, além da introdução, onze capítulos de diversos autores.

Livros # “Critique of Creativity”

(02/11/2011) “Critique of Creativity: Precarity, Subjectivity and Resistance in the ‘Creative Industries'”, editado recentemente, reúne artigos de vários teóricos das áreas da criatividade e das indústrias criativas.

Organizado por Gerlad Raunig, Gene Ray & Ulf Wuggenig, com edição da May Fly Books (uma editora especializada em livros académicos, muitos dos quais disponíveis gratuitamente on-line, como este), o livro está disponível on-line aqui. A edição impressa pode ser adquirida  na Amazon.co.uk.

Livro # “80 claves sobre el futuro del periodismo”, de José Luís Orihuela

(24/10/2011) Foi lançado na semana passada o livro “80 claves sobre el futuro del periodismo” de José Luís Orihuela, que resulta de uma recompilação dos seus posts publicados no Digital MediaWeblog, blogue do periódico digital ABC. Cada tema analisado conta com um comentário de um especialista. A introdução e os anexos dos livros estão disponíveis online.

José Luís Orihuela é professor de Comunicação na Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha) e autor do blogue ecuaderno, que conta com 10 anos de vida.

Livro # Jornalismo de Revista

(04/10/2011) A minha paixão pelo jornalismo nunca teve muito que ver com a procura da cacha jornalística ou com as hard-news. O prazer resulta, sim, da procura do conceito, do ângulo de abordagem e da construção da narrativa ou do storytelling, mais dados às revistas (e suplementos) do que propriamente aos jornais. Por isso, anseio sempre por novos livros no contexto do jornalismo de revista (“magazine journalism”), uma área que, em Portugal, carece da devida atenção. Aguardo, assim, com expectativa o lançamento do novo livro de Tim Holmes e Liz Nice, intitulado “Magazine Journalism (Journalism Studies: Key Texts)”. Tim Holmes é professor na Universidade de Cardiff, é autor do blogue MagBlog e de mais três livros na área: “Mapping the Magazine: Comparative Studies in Magazine Journalism (2 edições) e “Subediting for Journalists (Media Skills)”. Liz Nice é jornalista freelancer.

“Magazine Journalism” é lançado no próximo dia 30 de Novembro (a Amazon já está a aceitar reservas).

E-book # A Cibercultura em Transformação

A AbCiber – Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura lançou recentemente o 2.º volume da colecção AbCiber, intitulado “A Cibercultura em Transformação”. O e-book está disponível gratuitamente aqui. O 1.º volume – “A Cibercultura e o seu Espelho” – também está acessível aqui (a interface não é muito intuitiva, sendo necessário clicar duas vezes em qualquer ponto do ecrã para aceder aos artigos).

Livro# Ciberjornalistas em Portugal – Práticas, Papéis e Ética

(20/06/2011) É o novo livro de Hélder Bastos, que resulta da sua tese de Doutoramento. Nele se defende a tese de que “as práticas, os papéis e mesmo os questionamentos de ordem ética dos ciberjornalistas portugueses se encontram limitados devido a um enquadramento histórico, empresarial, profissional e formativo sobremaneira desfavorável. No livro são apresentados os resultados de um inquérito a 67 ciberjornalistas portugueses que trabalham em média noticiosos portugueses principais: Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Publico.pt, Diário Digital, Portugal Diário, Expresso, Visão Online, SIC Online, TSF Online, Rádio Renascença, RDP, RTP e TVI.Os resultados mostram, entre outros aspectos, que os profissionais são sobretudo jovens, formados e sedentários. Ocupam-se predominantemente de texto, cultivam pouco fontes próprias, valorizam a instantaneidade e a credibilização das notícias e passam pouco tempo em contacto com as audiências”.

Hélder Bastos é professor na Universidade do Porto, na licenciatura e mestrado de Ciências da Comunicação.

Ciberjornalistas em Portugal  Práticas, papéis e ética

Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 240
Editor: Livros Horizonte
ISBN: 978-972-24-1702-0
Colecção: CIMJ/Media e Jornalismo
Nota: citação tirada do seu blogue, Travessias Digitais.



Download gratuito de livros na área dos Estudos Culturais

(14-01-2011) A iniciativa da editora Autêntica deveria ser seguida por muitas outras. Pegou em títulos esgotados, que são procurados pelo público maioritariamente académico, e disponibiliza-os agora, gratuitamente, em formato e-book. Tudo indica que o número de e-books irá crescer.

Na área dos Estudos Culturais (ou Cultural Studies), podem ser descarregados quatro livros: Cartografia dos Estudos Culturais, de Ana Carolina Escosteguy; Nunca fomos Humanos – nos Rastros do Sujeito, de Tomaz Tadeu; Pedagogia dos Monstros – Os Prazeres e os Perigos da Confusão de Fronteiras, organizado por Tomaz Tadeu; Teoria Cultural e Educação, também de Tomaz Tadeu.

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“Rebelião dos Signos. A Alma da Letra.” – Entrevista aos autores do livro

Trata-se de um livro sobre design, mas ultrapassa em larga escala a mera análise estética comum nas obras desta área. Trata-se de um livro sobre design, mas foi escrito por um português e um espanhol, rompendo com o monopólio anglo-saxónico.

Porque as letras são cultura e estão em toda a parte, os autores da obra “Rebelião dos Signos. A Alma da Letra.”, recentemente lançada no mercado português, fazem questão de defender as suas almas. A entrevista a Daniel Raposo, designer e professor universitário português, e Joan Costa, designer espanhol e autor da primeira enciclopédia de design do mundo, também serviu para isso.

As letras têm alma? É por isso que os signos linguísticos se revoltam? As letras têm alma. Sentem. Palpitam. Estão vivas, porque nós, quando as desenhamos, escrevemos ou lemos, lhes damos alento. Pobre do designer que pense que as letras são coisas mortas! Se aceitarmos esta metáfora, todos os signos de escrita da história humana sentem verdadeiramente o instinto da rebelião. Não se esqueça de que as letras foram criadas individualmente, desenhadas com minúcia uma por uma, e que no seu interior ambicionam fortemente a independência original que as torna símbolos, todos eles bem diferentes. A sujeição imposta a estes signos face a um código tão rigoroso e dominante como o da escrita e a submissão das letras ao totalitarismo da linha tipográfica implicam a escravidão do seu destino funcional.

No entanto, se a subordinação das letras conduz à diluição da identidade formal de cada signo é também motivo para um impulso imparável na direcção da liberdade absoluta.  Assim, a letra sente, fere, é formal ou informal, silenciosa ou ruidosa no testemunho dos desejos e pensamentos humanos, ingredientes essenciais para a sua liberdade como signo plástico e linguagem própria.

O livro reflecte sobre a evolução da letra e a sua influência na vida quotidiana. Podem dar alguns exemplos? É evidente que a letra cumpre uma função social. A letra é cultura. É por isso que está em todas as partes, que é omnipresente, ubíqua e intemporal, enquanto se transmuta constantemente como todos os seres vivos. Por vezes fá-lo de modo subtil, discreto, enquanto outras se torna divertida, vistosa, e até vociferante, como nos anúncios ou nos graffiti urbanos. Há letras lapidárias e solenes que invocam a história; outras são gráceis como as de escrita manual ou caligráfica; por vezes, formam páginas e páginas de texto literário, enquanto noutras ocasiões são meras abreviaturas repletas de significado como SOS, IA, SMS, FM, ADSL, PDF, JPG, etc.; podem ainda ser puras siglas comerciais nas quais dois ou três signos mínimos são capazes de invocar mundos bem diferentes e diversos como IBM, TAP, GALP, BMW, M&M, A&T, etc…

Como surgiu esta vossa parceria, Daniel? O Daniel mora em Castelo Branco, o Joan Costa em Barcelona…   Quem já conheceu o Joan Costa pode atestar que é uma pessoa extremamente generosa e sempre pronta a partilhar a sua experiência e conhecimentos. Tem ainda a particularidade de ser uma pessoa bastante culta, perspicaz, experiente e atenta ao mundo. É importante ter esta questão esclarecida para entender como surge este livro. Comecei por conhecer e admirar o Joan Costa pelo seu trabalho e sobretudo pelos livros que tem escrito ao logo de anos. Foi na qualidade de entusiasmado estudante de mestrado que o contactei e questionei. Aliás, tal como fiz com outras pessoas portuguesas ou estrangeiras. Não só o Joan Costa me respondeu como foi dos poucos que me disponibilizou tempo para pensar e debater temáticas da área do design, mesmo que por via e-mail.

Enquanto terminava a dissertação de mestrado, fui um dos formandos do curso online “Diplomado internacional de Diseño, Creación y Gestión de Marcas”. Creio que terá sido a minha forma de estar, o trabalho de dissertação e o meu desempenho no curso referido que motivaram o Joan Costa a estender-me o convite para um livro conjunto.

Neste processo, a internet foi fundamental e permitiu que duas pessoas com cerca de cinquenta anos de diferença de idade partilhassem e debatessem ideias. As fronteira deixaram de existir ao primeiro e-mail e em vez disso cimentou-se uma amizade que perdura, muito embora a distância. 

Como decidiram quem escrevia o quê? Ao iniciarmos o projecto, o Joan Costa apresentou-me um esboço de uma estrutura geral composta por sugestões de capítulos em redor do tema da letra. Fomos trocando impressões até chegar a uma proposta de índice bem diferente da inicial e que mesmo ao longo do tempo se foi ajustando. Começámos por dividir os capítulos em função da facilidade no acesso a recursos bibliográficos ou dos nossos interesses particulares.  Já redigidos, os capítulos deveriam trocar-se para correcções, acrescentos ou melhorias. Mas, na verdade, os contributos e partilha de ambos foi de tal ordem, que é difícil dizer o que escreveu cada um de nós. Por exemplo, eu comecei por escrever em português e traduzir em paralelo para espanhol, mas depois de alguns meses passei a escrever directamente em castelhano. No geral, a elaboração dos conteúdos seguiu um método fluido e construtivo repleto de conversas, partilha de pontos de vista e conhecimentos.

Esta obra saiu há um ano no mercado espanhol e argentino. A adesão dos leitores foi positiva?  Sim, na verdade, para o mercado de língua espanhola o livro foi uma surpresa, tanto na América Latina como em Espanha, e estamos convictos de que o êxito se deve à originalidade do enfoque e pertinência do conteúdo, já que, de modo geral, a letra tem sido encarada da perspectiva da tipografia (caracteres) e não da forma ou da vida social dos símbolos. O rigor da investigação desenvolvida por mais de três anos foi também um contributo essencial.

Contudo, falta outro facto: o elemento gráfico, quer ao nível da selecção das ilustrações quer da sua abundância na obra. Ainda neste capítulo, o design editorial teve um contributo de primeira ordem.

Curiosamente, na sua versão espanhola, editada na Argentina, o livro foi o primeiro de uma colecção original dedicada ao design, facto que volta a repetir-se na versão portuguesa, já que é o título inaugural da colecção de design editada pela Dinalivro.  

Apresentação do livro “Memórias Vivas do Jornalismo”, dia 11 de Fevereiro, na livraria Barata

Da autoria de Fernando Correia e Carla Baptista, o livro “Memórias Vivas do Jornalismo” será apresentado por José Rebelo e Miguel Gaspar, no dia 11 de Fevereiro (quinta-feira), às 18h30, na livraria Barata (Avenida de Roma, 11-A) em Lisboa.

Os autores utilizam a entrevista em discurso directo (género que tem sido, aliás, privilegiado em obras semelhantes lançadas nos últimos tempos) para criar um retrato da profissão de jornalista nas décadas de 40, 50 e 60, a partir do contributo de 17 profissionais da área.

Livro "Media, Redes e Comunicação: Futuros Presentes" é apresentado hoje

 

É apresentado, hoje, às 18h30, no Palácio Foz, o livro “Media, Redes e Comunicação: Futuros Presentes”, editado por Gustavo Cardoso, Francisco Rui Cádima e Luís Landerset Cardoso, presidentes do Obercom nos últimos dez anos. A apresentação do livro é feita por Teresa Ribeiro.

Fonte: Indústrias Culturais

Livros # Futuretainment – guia para entender a revolução dos media digitais

Movies, TV programs, music, books and newspapers – nothing will ever be the same. Understanding the new rules of engagement will be essential for both success and survival. 

Futuretainment: Yesterday the World Changed, Now It´s Your Turn, editado pela Phaidon,  não é um livro sobre a tecnologia dos media, mas, sim, sobre como a revolução dos novos media afecta os nossos comportamentos, o que o torna muito mais interessante. Escrita por Mike Walsh, analista de tendências e conhecido comentador sobre media, a obra reúne 23 “insights”  transversais aos mundos da música, dos filmes, da televisão, da edição e dos videojogos. Inspirador.

 

Livros # T-shirts and Suits – A Guide to the Business of Creativity

david_parrishDa autoria de David Parrish, consultor britânico em economia criativa, este livro é fundamental para todos os criadores que têm (ou pretendem ter)  projectos ou empresas na área das indústrias criativas. Escrito de uma forma muito clara, é, ao mesmo tempo, um guia de boas práticas e uma fonte de recursos sobre as temáticas mais importantes a ter em conta. Contém também boas definições de termos relacionados com a área.

Mais: a versão ebook do livro “Tshirts and Suits – A guide to the business of creativity” está disponível aqui.

Livro “Estudos sobre os Jornalistas Portugueses”, organizado por José Luís Garcia, é apresentado hoje, às 18h30, na Fnac do C. C. Colombo (Lisboa)

estudos_jornalistas_portugueses“Estudos sobre os Jornalistas Portugueses – Metamorfoses e encruzilhadas no limiar do século XXI”, organizado por José Luís Garcia (também co-autor), é apresentado hoje, 7 de Julho, às 18h30, na livraria Fnac do Colombo.

O livro é composto por artigos do próprio organizador e de outros investigadores da área, nomeadamente Filipa Subtil, Manuel Correia, Pedro Alcântara da Silva, Sara Meireles Graça. Hugo Mendes, Fernando Correia e Telmo Gonçalves.

A obra será apresentada por José Pacheco Pereira e Adelino Gomes que já afirmou não conhecer “olhar mais rigoroso sobre a reconfiguração em Portugal do jornalismo e da profissão de jornalista na viragem do século”. 

José Luís Garcia é professor e investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.