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Lisboa pela 3.ª vez no top 25 da Monocle

A prestigiada revista britânica Monocle (e uma das minhas favoritas de sempre) volta a publicar na edição de Julho / Agosto o ranking das melhores cidades para viver em todo o mundo. Lisboa surge novamente em 25.º lugar devido à “baixa criminalidade”, à rejuvenescida “margem direita do Tejo” e à nova lei que permite o casamento entre homossexuais. Estes atributos, juntamente com a localização geográfica que faz da capital uma “porta de entrada importante” para a América do Sul, tornam Lisboa um “lugar ainda mais agradável para viver”.

 

Munique está no topo do ranking, seguida de Copenhaga e Zurique. 

 

Victor_Palla

Lisboa tem Histórias

O Museu da Cidade lançou uma campanha original para assinalar o seu centenário. Chama-se Lisboa tem Histórias e pretende recordar as vivências, os costumes e as histórias de vinte personagens míticas, anónimas ou pouco conhecidas, caricaturadas por João Fazenda, que, pela suas singularidades, contribuíram para a história da cidade de Lisboa. São os casos de Luciano das Ratas, da estanqueira do Loreto ou do arquitecto e designer Victor Palla.

A campanha desenvolve-se até finais de Março, através de acções pontuais nas principais artérias da cidade, e da respectiva exposição no Pavilhão Preto do Museu da Cidade (Campo Grande).

Lisboa dos meus batimentos cardíacos

img_7229Já perdi a conta às vezes que me reapaixonei pela cidade de Lisboa. Neste Domingo, no final da tarde, lá aconteceu outra vez. Encheu-se-me o peito, as borboletas invadiram-me o estômago e a sensação de contenção dos batimentos cardíacos que experimentei ao olhar para alguns cenários de Helsínquia, de Barcelona ou da minha eterna Copenhaga (aquela sensação que tememos perder um dia) regressou na Praça Luís de Camões. Foi um misto de orgulho por ver que está tudo a ser restaurado e de prazer por ter voltado a senti-La. É muito bom apaixonar-me por outras cidades, mas melhor ainda é contar com o amor e o afecto da minha Lisboa.

 

(Esta é a base de uma relação feliz. O meu pai também o diz à minha mãe há cerca de 33 anos. )