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Livro # Cultural Bloggers Interviewed

A LabforCulture lançou agora em livro as entrevistas que realizou em 2009 a bloggers culturais europeus, no âmbito de um estudo que desenvolveu sobre o papel destes mediums na cultura digital europeia.

O livro está disponível na Amazon, mas também pode ser descarregado gratuitamente aqui.

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Livros # Where children sleep

Mais um bom livro de fotografias que explora as culturas do mundo, desta vez através dos quartos de crianças.  “Espero que este livro ajude as crianças a pensar sobre as desigualdades do mundo e as faça responder de alguma forma”, explica James Mollison, fotógrafo e autor do livro “Where children sleep“.

Explore a galeria a seguir.

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Fotos: Creative Review

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Livros fora da guilhotina

No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se celebra a 23 de Abril, a ministra da Cultura disse aos media que pretende acabar com a destruição de livros por parte das editoras, uma prática comum, em virtude de a sua doação exigir o pagamento de direitos de autor. O Ministério da Cultura está em negociações com a Sociedade Portuguesa de Autores de forma a enquadrar legalmente a isenção de IVA para efeito de doação de livros em excesso no mercado.

Recorde-se que a 9 de Fevereiro o antigo editor da ASA, José da Cruz Santos, divulgou ao Diário de Notícias que milhares de livros do grupo Leya tinham sido guilhotinados, entre os quais obras de Jorge de Sena e Eugénio de Andrade, mote para a polémica que se tem vindo a arrastar até agora.

Apresentação do livro “Memórias Vivas do Jornalismo”, dia 11 de Fevereiro, na livraria Barata

Da autoria de Fernando Correia e Carla Baptista, o livro “Memórias Vivas do Jornalismo” será apresentado por José Rebelo e Miguel Gaspar, no dia 11 de Fevereiro (quinta-feira), às 18h30, na livraria Barata (Avenida de Roma, 11-A) em Lisboa.

Os autores utilizam a entrevista em discurso directo (género que tem sido, aliás, privilegiado em obras semelhantes lançadas nos últimos tempos) para criar um retrato da profissão de jornalista nas décadas de 40, 50 e 60, a partir do contributo de 17 profissionais da área.

Os beijos de Nuno Milagre sobrevivem a tudo

A apresentação do seu segundo livro de poemas – “Um Beijo no Meio da Crise” – em Lisboa, no passado dia 22 de Dezembro e, agora, no próximo dia 30 de Janeiro, no Porto (ler detalhes no final da entrevista), foi o mote para uma curta conversa com Nuno Milagre sobre as vantagens das edições de autor, o cinema, as palavras e, incontornavelmente, os “seus” beijos.

“Um Beijo no Meio da Crise” é o teu segundo livro de poemas com edição de autor. Se tinhas receio de arriscar da primeira vez, em 2004, desta é um receio mais contido? O receio é sempre o mesmo. Publicar poemas é um acto de exposição pública, mas se se considera que há algo de novo a comunicar, algo que possa ter interesse para os outros, então vale a pena ultrapassar os receios e tornar os textos públicos.

Tentaste publicar junto de uma editora ou consideras que uma edição de autor traz mais vantagens? Não tentei publicar com uma editora. Sempre achei mais natural ser eu a fazer a edição. Assim publico no momento em que me é mais oportuno sem depender de calendários alheios, escolho os textos de que gosto e produzo o meu próprio livro. Poucas editoras me fariam livros tão bonitos como os que eu produzo, isto no que diz respeito ao desenho da capa, à escolha dos papéis e aos acabamentos. Dá mais trabalho, confronto-me com os obstáculos de todo o processo, o que inclui o lançamento e a distribuição do livro, mas só tenho que responder às minhas questões e não às questões de uma editora.

Estás, há muito tempo, ligado ao cinema, como assistente de realização e produtor. Por outro lado, escreves regularmente em publicações e fazes dos beijos poemas. Afinal, gostas mais da imagem ou da escrita? Que lugares ocupam, respectivamente? Trabalho em cinema há mais de dez anos, essa é a minha actividade profissional principal, é disso que vivo e gosto do meu trabalho. Quando a profissão mo permite, vou escrevendo. Publiquei dois livros em momentos que achei que tinha conjuntos de textos que mereciam ser reunidos num livro, e esporadicamente escrevo para a imprensa. Continuarei a trabalhar em cinema e a escrever, não são actividades incompatíveis e às vezes uma alimenta a outra, o que é uma vantagem. Sempre gostei de escrever e por isso nunca deixei de o fazer independentemente do que isso me possa retribuir em termos financeiros.

Para quem te conhece melhor, és o “Nuno Milagre” do filme “Diamante de Sangue” de Edward Zwick. Como tiveste a oportunidade de ingressar na equipa técnica do filme? Já tinha trabalhado em vários filmes de ficção e documentário em Moçambique e fui alargando a rede de contactos no país. Uns projectos trazem outros e foi assim que me convidaram para integrar a equipa técnica de “Diamante de Sangue”, pela via da direcção de produção moçambicana. Infelizmente, em Moçambique, há várias funções numa equipa técnica de cinema para as quais não há gente com formação suficiente para as desempenhar e têm que ir pessoas de fora.

“Dá-me esse beijo escondido / dá-me esse beijo que foge / dá-me esse beijo lento que ainda quase não é”… é um excerto de um poema do teu primeiro livro, “Irreconhecíveis Vistos do Espaço”. Com a crise, o beijo mudou? Os beijos dependem mais de quem os dá do que de questões exteriores, embora a conjuntura possa influenciar o estado de espírito das pessoas quando se beijam. Os beijos são anteriores à invenção da roda e ao domínio do fogo, sobreviveram e sobreviverão a todas as crises sem grandes alterações. Este livro, “Um Beijo no Meio da Crise”, é precisamente esse momento mágico de partilha em que o mundo e todas as injustiças e problemas deixam de existir. O amor, nem que seja por breves momentos, pode fazer esquecer tudo o resto.

Nuno Milagre é licenciado em Cinema. Tem sido assistente de realização em vários filmes, incluindo publicitários. Colabora regularmente com jornais e revistas. Em 2004, lançou o seu primeiro livro de poemas, “Irreconhecíveis vistos do espaço”, e, em 2009, “Um beijo no meio da crise”.

A próxima apresentação pública do livro “Um beijo no meio da crise” será no Porto, no Café Progresso (www.cafeprogresso.net), dia 30 de Janeiro, às 18 horas, e conta com a participação de António Capelo, Fernando Mariano e Inês Leite. Para já pode ser adquirido em várias livrarias em Lisboa (Pó dos Livros, Poesia Incompleta, Letra Livre, Book House, Trama, Artes e Letras, Carpe Diem, Casa da Achada e a livraria do cinema King) ou através do autor (noussnouss@gmail.com).

Livro "Media, Redes e Comunicação: Futuros Presentes" é apresentado hoje

 

É apresentado, hoje, às 18h30, no Palácio Foz, o livro “Media, Redes e Comunicação: Futuros Presentes”, editado por Gustavo Cardoso, Francisco Rui Cádima e Luís Landerset Cardoso, presidentes do Obercom nos últimos dez anos. A apresentação do livro é feita por Teresa Ribeiro.

Fonte: Indústrias Culturais

Livros # Futuretainment – guia para entender a revolução dos media digitais

Movies, TV programs, music, books and newspapers – nothing will ever be the same. Understanding the new rules of engagement will be essential for both success and survival. 

Futuretainment: Yesterday the World Changed, Now It´s Your Turn, editado pela Phaidon,  não é um livro sobre a tecnologia dos media, mas, sim, sobre como a revolução dos novos media afecta os nossos comportamentos, o que o torna muito mais interessante. Escrita por Mike Walsh, analista de tendências e conhecido comentador sobre media, a obra reúne 23 “insights”  transversais aos mundos da música, dos filmes, da televisão, da edição e dos videojogos. Inspirador.